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terça-feira, 28 de junho de 2011

Noticia

Olhem essa matéria que legaaaal *-*

Como os sentimentos provocam (ou aliviam) a dor física
Ana Carolina Prado 27 de junho de 2011




É normal ouvir (e dizer) que pé na bunda dói. Normalmente, encaramos essa dor no
sentido figurado.
 Mas estudos recentes têm mostrado que a conexão entre a dor física e emocional é 
maior do que os cientistas imaginavam.


Uma pesquisa da Universidade de Michigan encontrou evidências de que o sofrimento 
emocional, se for intenso o bastante, pode ativar as mesmas áreas do cérebro relacionadas 
à dor física. Os pesquisadores descobriram que pensar em uma pessoa que terminou um
 namoro com você recentemente pode provocar um tipo de dor muito semelhante 
(pelo menos em relação à atividade cerebral) à que você sente quando derrubam café 
quente em seu braço.


Para o estudo, foram recrutados 40 voluntários que haviam passado por um fim inesperado
 (e não desejado) de um relacionamento amoroso nos últimos seis meses e que disseram se 
sentir rejeitados por causa disso. A atividade cerebral dos participantes foi monitorada 
enquanto eles realizavam algumas tarefas.


Em uma delas, tiveram de olhar para fotos de seus ex-namorados e meditar sobre uma 
experiência de rejeição específica envolvendo essa pessoa. (Experiência meio sádica, né?).
 Depois foi monitorada a sua reação à dor física: eles sofreram uma estimulação térmica 
intensa no braço. 
As respostas cerebrais foram bem semelhantes.





Foi a primeira vez que essa relação ficou clara. Outros pesquisadores já haviam
 tentado provar que um coração partido dói, mas ainda não haviam conseguido.
 Essa equipe descobriu que, quando a dor emocional é forte o bastante, isso pode 
acontecer, sim. Para o coordenador da pesquisa Ethan Kross e seus colegas, a 
rejeição simulada em experimentos anteriores não tinha sido forte o suficiente para 
provocar uma dor emocional verdadeira nos voluntários – por isso é que os estudos
 tiveram resultados diferentes. O que eles ainda não sabem é se a dor física provocada 
pela rejeição atinge uma parte específica do corpo ou é difusa.


Amor também pode ajudar a suportar a dor


E o contrário, funciona? Pensar na pessoa que você ama – e que ainda não lhe deu um
 pé no traseiro – pode reduzir a dor física? Um estudo de 2009 da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) mostrou que sim. Foram feitos testes em que 25 mulheres com um namoro 
estável e feliz há mais de seis meses receberam estímulos de calor moderadamente 
dolorosos em seus antebraços enquanto passavam por uma série de condições diferentes.
 Em uma das situações, cada mulher segurou a mão de seu namorado, a mão de um
 estranho do sexo masculino e uma bolinha para apertar. Os pesquisadores descobriram que, 
quando as mulheres seguravam a mão de seus namorados, sentiam menos dor física do que as outras voluntárias.


Repetiram a experiência com fotos: as voluntárias recebiam os estímulos no braço enquanto 
olhavam fotografias de seu namorado, de um estranho e de uma cadeira. O resultado
 mostrou que a mera lembrança do parceiro trazida pela fotografia foi capaz de reduzir a dor

Bye XoXo Bye

domingo, 26 de junho de 2011

Torcida

Nossa gente,
Me deu uma dó quando eu vi essa matéria :S
Esse é um dos poucos momentos em que eu acredito que a civilização é uma coisa boa. Se fosse a uma época antiga, possivelmente ele nao teria como ser curado.
Vamos agora ficar na torcida pelo pinguinzinho *-*

25 de junho de 2011

Pinguim 'extraviado' da Antártida é operado na Nova Zelândia

Happy Feet passou por limpeza de estômago porque estava ingerindo areia, achando que era neve.


Um jovem pinguim imperador que se perdeu na Antártida e foi encontrado na Nova Zelândia foi submetido a duas operações para tentar salvar sua vida.

Happy Feet, que nadou cerca de 3 mil quilômetros entre o pólo sul e a Nova Zelândia, teve o estômago operado para remover areia, que ele vinha ingerindo achando que era neve.

Pinguins ingerem neve para se hidratar e manter a temperatura do corpo. A areia ingerida por Happy Feet está lhe causando bloqueios no corpo, segundo os veterinários.

Os especialistas relutavam em submeter o animal a uma operação, porque Happy Feet, que tem cerca de dez meses de idade, parecia gozar de boa saúde quando foi encontrado, na última segunda-feira, na praia de Peka-Peka, a 60 km de Wellington.

Mas sua condição foi piorando e os veterinários decidiram trasladá-lo para o zoológico de Wellington para as operações.

Além das duas cirurgias deste domingo, o animal deve ser submetido a uma terceira na segunda-feira. Ele está recebendo hidratação intravenosa através de um tubo.

"Há gente do mundo inteiro de olho nesse caso e eles precisam saber que estamos fazendo o nosso maior esforço", disse uma veterinária do zoológico, Lisa Argilla.

O empresário Gareth Morgan, que viajará para a Antártida em fevereiro, se ofereceu para levar Happy Feet consigo.

"Até lá ele terá de receber os cuidados aqui em Wellington, onde temos a felicidade de contar com uma grande comunidade de especialistas em vida animal", disse o empresário, em seu site.

Morgan disse estar confiante em que "o nosso amigo extraviado seja acolhido devidamente até a hora de zarpar."

Novidade
Foi a primeira vez em 40 anos que um animal da espécie foi visto na Nova Zelândia.

Segundo o jornal New Zealand Herald, o último registro de um pinguim imperador no país foi na praia de Oreti, na ilha Sul, em 1967.

"É incrível ver um destes pinguins na costa de Kapiti. Animais incomuns da Antártida visitam nossas praias às vezes, mas não sabemos bem o porquê", disse o porta-voz de biodiversidade do Departamento de Conservação neozelandês, Peter Simpson, ao jornal.

Os pinguins-imperadores pertencem à maior de todas as espécies de pinguins e podem chegar a mais de um metro de altura quando adultos. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Bye XoXo Bye